Descubra porque a qualidade do material cirúrgico pode afetar diretamente sua saúde!

material cirúrgico

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O que mais vemos atualmente são tratamentos médicos e cirúrgicos que evoluem incessantemente, cada vez mais com alto nível e precisão.


Hoje, a medicina pode oferecer tratamentos e métodos que há poucos anos pareciam saídos da ficção científica, como implantes, próteses, enxertos improváveis e outros avanços, podem ser elencados como alguns dos ramos em que a prática cirúrgica mostra todo seu potencial evolutivo.


No entanto, existe um ponto fundamental que pode colocar em risco a saúde dos pacientes: a qualidade do material cirúrgico – o qual veremos mais a frente sobre.

A Importância da Qualidade do Material Cirúrgico

É imprescindível que a qualidade dos materiais cirúrgicos e hospitalares impactam significativamente no tratamento preventivo e reparador de muitas doenças, e podem significar o êxito ou o fracasso de uma intervenção.


Além disso, vale destacar que um hospital é o lugar onde há a maior associação de fatores de risco à saúde humana. Pesquisas científicas sugerem que a infecção hospitalar ameaça mais que infecções como gripe, AIDS e tuberculose juntas. Tendo em vista que nenhum outro ambiente combina, de forma tão insalubre, hospedeiros vulneráveis e patogenias resistentes.


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Ademais, cabe evidenciar que a infecção hospitalar representa a quarta maior causa de óbitos em todo o mundo. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, fungos, vírus e bactérias matam cerca de cem mil pessoas todos os anos. O assunto preocupa hospitais da rede pública e privada pela alta taxa de contágio, que chega a 15% de todos os pacientes internados em hospitais brasileiros. Nos EUA e em países da Europa, o nível chega a 10%.


Dessa forma, são indispensáveis ações para prevenir contaminações. Já que ao lado de neoplasias e doenças cardiovasculares, respiratórias e contagiosas, a infecção hospitalar é a causa da maioria das mortes ao redor do mundo.


Uma Central de Material e Esterilização seria essencial para manter esse controle da qualidade como um todo, e também dos materiais cirúrgicos. Ela, por sua vez, pode ser descentralizada, quando cada unidade hospitalar esteriliza e prepara o material utilizado, semicentralizada, onde os materiais são preparados em cada unidade e esterilizados no mesmo local, ou centralizada, quando o preparo e a esterilização são feitos no mesmo lugar – a melhor e mais usada forma de funcionamento é a centralizada, já que proporciona mais eficiência, economia e qualidade.


Como Funciona a Limpeza do Material Cirúrgico

A esterilização dos materiais hospitalares devem ser feitas na seguinte sequência:

1. Expurgo

Todo o material “sujo” é recebido pelo setor e limpo antes da esterilização.

2. Preparo de materiais

Os utensílios são inspecionados, identificados, separados, embalados e preparados para a esterilização.

3. Esterilização

Aqui, o material é esterilizado por meios físicos (calor úmido ou seco) ou químicos (através de soluções).

4. Distribuição de materiais esterilizados

O último processo consiste em armazenar o material esterilizado e devolvê-lo aos setores de origem, com os cuidados necessários e estabelecidos.

Portanto, cabe destacar que equipamentos de monitoramento são essenciais. Uma vez que, em uma cirurgia, principalmente nas que acontecem de modo emergencial, ou seja, após algum acontecimento abrupto como um acidente de automóvel, o paciente chega à unidade de saúde sem o conhecimento, por parte da equipe médica, da sua condição total.


Nos primeiros momentos, quando é identificada necessidade de cirurgia, ter monitores completos para verificação das funções vitais se mostra um diferencial no bom andamento do processo.

É o caso de se ter, por exemplo o Neuro I Plus, que é um monitor de funções cerebrais. Que pode ajudar muito nas intervenções nessa área, facilitando e dando apoio às decisões do médico.